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FORMAÇÃO

Comissão de Formação Permanente

Normas e Disposições


            Art. 1º – As Atividades de estudos de acordo com o art. 46 do Regimento, desenvolvidas pela CFP compreendem um programa referido à Formação Básica e à Formação Permanente.
&1 – A Formação Permanente implica em operadores instituídos e instituintes, implementados num espaço propício ao embate teórico conceitual de seus pressupostos fundamentais.  O percurso da formação em psicanálise não acumula conhecimentos e sim reformula posições cristalizadas e leva a outros questionamentos.
&2 – A formação psicanalítica  a que a SPID se propõe é una, singular e permanente, isto é, formação em permanente processo.
&3 – A Formação Básica a que se refere o regimento está incluída na Formação Permanente e diz respeito às informações básicas e fundamentais acerca de conceitos freudianos. 
§4 – A comissão deve ter a programação do semestre seguinte pronta antes do final do semestre anterior, no mínimo 30 dias antes do final do semestre, permitindo tempo hábil à confecção do InFormações, à divulgação dos seminários, eventos e atividades em geral, assim como o estabelecimento da previsão orçamentária necessária para custear as atividades propostas.
§5 – A consulta ao Conselho Gestor durante o semestre, sobre a pertinência de uma palestra ainda no semestre vigente, só deve ocorrer em caso excepcional, pois, em caso de interesse, deverá ficar agendada para o semestre posterior.

            Art. 2º – Da programação da CFP

            &1 – A programação estabelecida pela CFP leva em conta os subsídios fornecidos pela Comissão de Percurso, bem como o interesse dos membros da SPID em desenvolver seus temas de pesquisa.
&2 – A programação considera o pensamento psicanalítico em sua tradição e contemporaneidade, atendendo e articulando suas vertentes pública e privada e considerando as tendências do movimento psicanalítico.
&3 – A CFP deverá realizar uma reunião semestral com todos os membros da sociedade, onde apresentará o mapeamento completo das atividades já realizadas (grade), bem como a proposta para o semestre seguinte, acatando sugestões da totalidade da sociedade.

            Art. 3º – Consta das atribuições da CFP (Art.47 item a, do Regimento) promover Atividades de Estudos com programa semestral de cursos, bem como grupos de estudos e oficinas.

            &1 – A denominação Seminários ao invés de Cursos foi escolhida para dar ênfase à interlocução entre pares, ao debate e às exposições feitas pelos participantes.

            &2 – Considerando que não há diferença entre as atividades dos grupos de estudos e das oficinas, fica mantida apenas a primeira denominação. 

            Art.4º – A Comissão de Formação Permanente é responsável pela realização de uma Jornada Externa anual, levando-se em conta a viabilidade orçamentária; para tanto deve ser formada uma Comissão Organizadora composta pelos membros da Comissão de Formação Permanente e os demais interessados.

            &1 – A Jornada Externa deve contar com um planejamento que leve em conta a proposta orçamentária, a divulgação da jornada, a captação e a preocupação com a qualidade dos trabalhos a serem apresentados.

            §2 – Os trabalhos devem ter limite máximo de seis laudas (aproximadamente 20  minutos de exposição oral) e deverão ser entregues em tempo hábil para a confecção dos anais  da jornada. Os trabalhos deverão ser submetidos à leitura prévia e à seleção feita pela comissão científica organizadora da jornada.
§3 – Todos os participantes, palestrantes ou não, deverão pagar a taxa de inscrição.
A taxa de inscrição incluirá os anais do evento.
Os anais podem ser vendidos a pessoas que não participarem da jornada.

            Art. 5º – A Comissão de Formação Permanente deve realizar Jornadas Internas semestrais para apresentação e discussão dos trabalhos produzidos pelos membros da SPID, com o objetivo de promover a interlocução.

            &1 – É responsabilidade dos coordenadores (membros da SPID) dos Seminários e Grupos de Estudos promoverem a apresentação de suas atividades nas ditas jornadas, para que esta produção possa retornar sob forma de transmissão para toda a Sociedade.

            &2 – Os trabalhos apresentados nas Jornadas Internas serão publicados no formato de cadernos.